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Mulheres Nos Trilhos

Transformando pesquisa em realidade

Mulheres Nos Trilhos

Toda mulher que usa transporte público conhece essa sensação. O vagão cheio demais. O caminho escuro até a estação. O cálculo silencioso de qual banco é mais seguro, qual saída é mais iluminada, qual horário é menos arriscado. Isso não é paranoia. É sobrevivência. O projeto Mulheres Nos Trilhos nasceu dessa realidade. Sara, estudante de arquitetura em Brasília, decidiu pesquisar a relação entre o espaço urbano e a segurança das mulheres no metrô do Distrito Federal. Quando me procurou para criar a identidade visual, ela já tinha centenas de depoimentos. Histórias que se repetiam. Meu trabalho era transformar essa pesquisa em algo que as pessoas parassem pra olhar.

Toda mulher que usa transporte público conhece essa sensação. O vagão cheio demais. O caminho escuro até a estação. O cálculo silencioso de qual banco é mais seguro, qual saída é mais iluminada, qual horário é menos arriscado. Isso não é paranoia. É sobrevivência. O projeto Mulheres Nos Trilhos nasceu dessa realidade. Sara, estudante de arquitetura em Brasília, decidiu pesquisar a relação entre o espaço urbano e a segurança das mulheres no metrô do Distrito Federal. Quando me procurou para criar a identidade visual, ela já tinha centenas de depoimentos. Histórias que se repetiam. Meu trabalho era transformar essa pesquisa em algo que as pessoas parassem pra olhar.

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CRÉDITOS

Sara Zampronha - Criadora do projeto​​​​​​​​​​​​​​​​

Toda mulher que usa transporte público conhece essa sensação. O vagão cheio demais. O caminho escuro até a estação. O cálculo silencioso de qual banco é mais seguro, qual saída é mais iluminada, qual horário é menos arriscado. Isso não é paranoia. É sobrevivência. O projeto Mulheres Nos Trilhos nasceu dessa realidade. Sara, estudante de arquitetura em Brasília, decidiu pesquisar a relação entre o espaço urbano e a segurança das mulheres no metrô do Distrito Federal. Quando me procurou para criar a identidade visual, ela já tinha centenas de depoimentos. Histórias que se repetiam. Meu trabalho era transformar essa pesquisa em algo que as pessoas parassem pra olhar.


Sara já tinha os dados. Tinha mapeado trajetos, transcrito depoimentos, cruzado informações, mas pesquisa guardada não muda nada. O grupo de pesquisa incentivava divulgar os resultados, criar uma página, levar pro mundo. Pra isso, Sara precisava de uma identidade visual. Foi quando ela me procurou.


Explorei várias direções. Círculos que representassem união. Pontos que marcassem estações. Plataformas, caminhos, mapas. Mas toda abstração que eu tentava acabava convergindo pro mesmo lugar: a linha.


No começo resisti. Parecia simples demais. Mas foi aí que entendi: a simplicidade era justamente o que fazia funcionar. A linha é o trilho. É o trajeto. É a conexão entre mulheres que compartilham a mesma experiência. É o traço que sublinha o que precisa ser visto. Resolvi parar de fugir e abraçar essa ideia. A partir daí, tudo se encaixou. A linha virou a base de todo o sistema visual: marca, gráficos, divulgação. Um elemento só, fazendo tudo.


O projeto ganhou vida própria. Sara usou a identidade visual na versão final do TCC (e tirou nota máxima no ensaio teórico e na diplomação). A pesquisa virou uma página no Instagram pra divulgar os resultados. Quando apresentei o sistema pra ela pela primeira vez, Sara ficou muito emocionada. Disse que tinha conseguido ver a pesquisa dela virando algo real. E é isso que realmente importa: transformar ideias em algo que existe no mundo.


Obrigado à Sara por confiar em mim pra dar forma a uma pesquisa tão pessoal. Falar sobre a violência que mulheres vivem todo dia exige coragem. Esse projeto me lembrou que design não é só resolver problema visual. É também pra ajudar a tornar visível o que precisa ser visto. Foi uma honra fazer parte disso.

MODALIDADE

Criação

CRÉDITOS

Sara Zampronha - Criadora do projeto​​​​​​​​​​​​​​​​

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